Automação residencial: como se preparar para as novas tecnologias?

Autor: Dicas Comente
automação residencial

Você já ouviu falar em automação residencial? Muita gente pensa que isso refere-se exclusivamente às novas tecnologias, informatização de processos… mas vai muito além disso, pois o conceito está intimamente ligado à economia e sustentabilidade

Chegar em casa e abrir a porta através de reconhecimento facial, não é obra de ficção futurística, é automação residencial. Regular a temperatura dos ambientes com apenas um clique. Ter janelas inteligentes, projetadas para absorver a maior quantidade de luz solar. Imagina uma casa que faça tudo isso? É uma tendência no mercado imobiliário.

Mas quem pensa que a automação residencial se resume a criar “casas inteligentes”, enganou-se. O conceito vai muito além disso, e casa perfeitamente com as novas demandas do século XXI pela busca de residências mais sustentáveis e econômicas.

O que é automação residencial?

Automação residencial nada mais é do que casas “autônomas”, ou seja, capazes de fazer coisas “sozinhas”. Em outras palavras, é a aplicação de tecnologias, no ambiente doméstico, com objetivo de facilitar tarefas que, tempos atrás, dependiam da ação humana.

Os exemplos de automação são múltiplos. Das fechaduras eletrônicas – programadas para trancar a casa em determinada hora do dia -, aos sensores de fumaça, automaticamente acionados em caso de incêndios, o mundo da automatização não para de nos surpreender. 

Entendendo como funciona um sistema de automação 

Como dissemos acima, a automação residencial nada mais é do que deixar a casa mais “independente”, autônoma, capaz de fazer coisas que, antes, dependeria das pessoas.

Dito isso, fica a pergunta: em quais partes da residência caberia processos de automação? A resposta pode variar bastante, mas, em tese, em todas as partes, inclusive no quintal.


A iluminação da casa pode ser automatizada (permitindo, por exemplo, que você acenda ou apague luzes mesmo que esteja viajando); sistemas de som; temperatura, e até a irrigação do jardim – em regiões mais secas, é possível programar até o volume de água utilizado.

Mas não para por aí. Acesso à casa por meio da biometria, controle das janelas, cortinas e persianas, e até mesmo integração entre aparelhos de eletroeletrônicos é possível. Tudo vai depender da amplitude do projeto contratado e, claro, do valor que está disposto a investir.

Os benefícios da automação residencial

Entre os benefícios da automação residencial, além da comodidade e do conforto, que são os mais óbvios, está a questão da economia financeira – sim, por isso tratamos a automação como investimento, não como custo – e a sustentabilidade.

Um exemplo de como você pode economizar, são com os sistemas inteligentes que conectam a iluminação interna às janelas/cortinas/persianas. Elas são automaticamente abertas na medida em que o espaço interno começa a ficar mais escuro, aproveitando a luz natural o máximo possível. Em ambientes assim, o consumo de energia será reduzido. O Exclusive Residence, em Blumenau, tem ambientes preparados para automação.

Se reduzimos o consumo de energia, naturalmente teremos um ganho na questão da sustentabilidade. Portanto, trata-se de uma relação em que todos ganham, homem e natureza.

É seguro ter um apartamento automatizado?

Sim, é extremamente seguro ter um apartamento automatizado. Na verdade, especialistas concordam que, em muitos casos, como na questão dos sensores de fumaça, os apartamentos e casas inteligentes são até mais seguros, posto que atuam na prevenção.

Principais componentes de um sistema de automação

Os principais componentes de um sistema de automação residencial – dependendo do tamanho projeto, muitos outros podem ser incluídos – são:

  • Segurança;
  • Economia;
  • Sustentabilidade;
  • Conforto.

Na parte da segurança entram os sistemas de biometria, reconhecimento facial, câmeras inteligentes que só são acionadas quando há movimentação humana, entre outros.

O lado da economia está ligado, sobretudo, ao fato de que, ao utilizar tecnologias que otimizam o uso de recursos do ambiente, aproveitando ao máximo o que a natureza oferece, automaticamente veremos a redução no consumo de água e energia. 

A questão da sustentabilidade tem a ver com o item anterior. Quando nossa casa gasta menos água, desperdiça menos luz, certamente ela estará mais sustentável do que outra que, por exemplo, rega o jardim sem se dar conta do volume de água jogado nele.

E, finalmente e não menos importante, o conforto. Dificilmente o consumidor seria convencido a pagar por um sistema de automação que não lhe rendesse, diretamente, algum benefício palpável. Melhor ainda quando esse benefício é bom não apenas para nós, como indivíduos, e para a nossa família, mas, porque não, para toda a sociedade.

Como fazer um projeto de automação residencial? 

Um projeto de automação residencial requer assistência profissional. Há diversas empresas de engenharia e arquitetura aptas a automatizar a sua residência. No caso de uma casa, o processo costuma ser bem mais tranquilo, pois as interferências na estrutura – quando necessárias – dependem apenas do aval do proprietário. Em prédios, por outro lado, o ideal é que o mesmo já tenha uma estrutura pensada à implantação de um projeto do tipo.

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